
É aqui que se sobe para ficar no alto e de lá passar para as costas do elefante...
Eu ia caindo... daí a gargalhada!
É bem alto! Mas até que se vai bem...
A dado momento da caminhada na (mini) selva, havia dois caminhos alternativos: um terrestre outro pelo riacho. É claro que optei pelo segundo. O treinador disse-me que para atravessar o riacho eu teria que voltar para a cadeirinha... Mas lá o conseguí convencer a deixar-me ir no pescoço da elefante. Ele subiu na cadeirinha e não estava muito tranquilo quanto à minha segurança... Fiz a travesia feliz da vida e certamente foi uma experiência que não esquecerei tão cedo.O mercado flutuante e a Elephant Village ficam bem próximos um do outro conforme podem ver no mapinha abaixo.
A visita ao mercado flutuante foi também interessante. É feita em barquinhos motorizados que deslizam com facilidade por entre os canais, por vezes, bem estreitinhos. No início da visita, os turistas são alertados para manterem as mãos longe das bordas do barco para evitar o esmagamento dos dedos nos pontos mais estreitos dos canais onde quando dois barcos se cruzam estes batem um contra o outro. De qualquer forma, mesmo sem esse problema da estreiteza dos canais, convem manter as maozinhas dentro do barco afim de evitar que se tornem um petisco apetecível para os crocodilos frequentes naquelas águas.
Na foto acima, barquinhos à espera de turistas. Eu já estou dentro de um (a partir do qual a foto foi feita) e de partida para descobrir o mercado flutuante...
Numa das margens, um macaco curioso (no centro da foto, em cima de uma raíz) observa a passagem do meu barquinho.
À minha frente, dois barquinhos aproximam-se do destino final - o mercado.
Junto à margem, turistas admiram souvenirs tailandeses numa espécie de barraquinhas de venda.
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